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Ataque durante jantar de jornalistas em Washington revela manifestos anticristãos, afirma Trump

Ataque durante jantar de jornalistas em Washington revela manifestos anticristãos, afirma Trump

Cole Tomas Allen, atirador que atacou jantar com Donald Trump. (Foto: Reprodução/@realDonaldTrump)

 

Presidente dos EUA diz que suspeito de 31 anos "odeia cristãos"; evangelista Franklin Graham atribui proteção de Trump a "mão de Deus".

 

Na noite de sábado (25), um atentado ocorrido durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, no tradicional Washington Hilton, ganhou novos contornos depois que o presidente Donald Trump declarou que o autor do ataque publicou textos com forte conteúdo anticristão antes da ação. O evento reúne anualmente jornalistas, políticos e convidados na capital americana.

 

Entre os presentes estava o evangelista Franklin Graham, presidente da Associação Evangelística Billy Graham. Em referência a atentados anteriores contra Trump, Graham escreveu em sua conta no X: "Após três tentativas de assassinato, alguns dizem que o presidente é um homem de sorte. Eu não acredito em sorte — creio que é a mão de Deus. O que você acha?"

 

O suspeito, Cole Tomas Allen, de 31 anos, foi detido logo após disparar uma espingarda contra um agente do Serviço Secreto, que estava protegido por colete à prova de balas em um posto de segurança no hotel. O atirador foi imobilizado e preso.

 

Segundo a Reuters, fontes da investigação afirmam que o manifesto do acusado continha ataques ao cristianismo. O NY Post informou que Allen, ex-professor universitário, enviou um longo manifesto a familiares cerca de dez minutos antes do ataque. A CBS News acrescentou que os investigadores encontraram conteúdo anticristão e anti-Trump em suas redes sociais e nos textos enviados à família.

 

Trump declarou ao programa "60 Minutes" da CBS que, ao ler o material, concluiu que o autor "odeia cristãos". "Ele era um cristão praticante, e depois se tornou um anticristão. Teve uma grande mudança. Provavelmente era um homem muito doente", disse o presidente.

 

Em seu manifesto, Allen usou argumentos teológicos para justificar a tentativa de proteger vítimas das políticas governamentais. Ele escreveu: "Oferecer a outra face quando alguém é oprimido não é comportamento cristão; é cumplicidade nos crimes do opressor." Apesar disso, agradeceu à família e à igreja: "Agradeço à minha família, tanto a pessoal quanto a da igreja, pelo amor demonstrado nesses 31 anos."

 

Autoridades seguem apurando a motivação do ataque, o planejamento e se houve apoio de terceiros. Fontes federais ouvidas pela FOX News confirmaram que o suspeito disse aos investigadores que pretendia atacar funcionários da administração Trump. Ele viajou de trem de Los Angeles a Washington, passando por Chicago, e hospedou-se no Hilton na sexta-feira, conforme o procurador-geral interino Todd Blanche. Investigadores analisam possíveis sinais de radicalização política, religiosa ou pessoal.

FONTE: Kadoshwr com informações do Guiame e NY Post e Reuters 

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