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Missionários da JMN percorrem o Marajó e colhem 386 decisões por Cristo em 15 dias de ação

Missionários da JMN percorrem o Marajó e colhem 386 decisões por Cristo em 15 dias de ação

Cristãos de 18 estados brasileiros e do Distrito Federal se uniram para atuar em seis municípios - Foto: Reprodução/Instagram JMN

 

Voluntários de todo o Brasil se unem a agentes locais para evangelizar seis cidades paraenses e fomentar o discipulado.

 

Uma grande força-tarefa promovida pela Junta de Missões Nacionais (JMN) levou o Evangelho a distintos pontos do arquipélago do Marajó (PA). Durante quinze dias de trabalhos intensos, 282 cooperadores participaram da campanha “Jesus Transforma Marajó”, que contabilizou 386 pessoas que entregaram a vida a Cristo, além de 31 restaurações de relacionamentos e 6 batismos em águas.

 

Realizada entre 4 e 19 de julho, a empreitada reuniu 229 voluntários provenientes de diversas partes do país e 53 obreiros que já atuam na própria região. Ao todo, cristãos de 18 estados e do Distrito Federal se juntaram para atuar em Abaetetuba, Soure, Muaná, Gurupá, São Sebastião da Boa Vista e Curralinho.

 

O levantamento da entidade aponta que 2.093 pessoas foram impactadas diretamente pelas atividades evangelísticas — sendo 1.238 adultos e 855 crianças. As equipes desenvolveram um cronograma variado, que incluiu visitas aos lares, celebrações, rodas de oração e análises bíblicas, bem como intervenções em praças e locais públicos.

 

De acordo com a JMN, a logística da missão contemplou ainda a entrega de 3.382 itens de literatura cristã, entre panfletos e cadernos do Evangelho de João. No decorrer da programação, também foram realizados 362 estudos dirigidos das Escrituras.

 

O cronograma missionário contou com abordagens em feiras livres e no Mercado Municipal, passeios de oração, atrações voltadas para o universo infantil e um torneio de futsal direcionado a meninos de 7 a 17 anos, todas estratégias pensadas para criar pontes com a população local.

 

Para a JMN, os frutos colhidos vão além dos meros indicadores numéricos; representam relatos de vidas que tiveram um encontro com a mensagem redentora e agora iniciam uma jornada espiritual inédita.

 

A organização ressalta que o fim das atividades em campo não sinaliza uma interrupção do labor missionário na área. A perspectiva é que as congregações locais mantenham o vínculo com os alcançados, fortalecendo o processo de discipulado e dando prosseguimento à propagação da fé.

 

Por fim, a JMN solicita intercessões para que o impacto da mobilização seja perene e que as sementes lançadas ao longo da expedição continuem gerando frutos nas vilas e cidades marajoaras.

FONTE: Kadoshwr com informações da Comunhão por Patrícia Scott 

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