Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”, deixa um legado histórico no basquete mundial e na memória do esporte brasileiro. Foto:@oscarschmidt14
Maior cestinha da história olímpica e ícone mundial do esporte não resistiu a problemas de saúde; há dias havia sido incluído no Hall da Fama do COB.
O basquete nacional perdeu seu maior nome. Na última sexta-feira (17), faleceu em São Paulo, aos 68 anos, Oscar Schmidt, ex-jogador considerado uma lenda global da modalidade.
Apelidado de “Mão Santa”, Oscar passou mal e foi internado na capital paulista, mas não sobreviveu. Nos últimos anos, ele enfrentava complicações de saúde decorrentes de um longo tratamento contra um tumor cerebral.
A partida ocorre poucos dias depois de uma homenagem especial em vida. Na semana passada, Oscar foi consagrado no Hall da Fama do Comitê Olímpico Brasileiro, em cerimônia no Rio. A distinção exaltou sua carreira histórica e sacramentou sua posição entre os maiores atletas do país.
Devido ao frágil estado de saúde, o ex-jogador não pôde ir ao evento — foi representado pelo filho. Ainda assim, recebeu a honraria com forte emoção, sendo oficializado como membro da elite do esporte olímpico brasileiro.
Reconhecido como o maior jogador de basquete do Brasil, Oscar construiu trajetória repleta de feitos impressionantes. Em mais de 20 anos de quadra, superou os 49 mil pontos, figurando entre os maiores pontuadores da história mundial.
Pela seleção, disputou cinco Olimpíadas e se tornou o recordista absoluto de pontos nos Jogos, com 1.093 — marca que ainda permanece invicta.
Embora tenha sido draftado pela NBA, optou por jogar na Europa e no Brasil, priorizando a seleção nacional — decisão que fortaleceu sua identificação com o país.
Um dos momentos mais emblemáticos de sua trajetória foi o ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando o Brasil venceu os Estados Unidos em uma das maiores conquistas do esporte nacional.
Reconhecido globalmente, Oscar também integra o Hall da Fama do basquete internacional, deixando um legado que atravessa gerações.
FONTE: Kadoshwr com informações da comunhão


